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Dois Doutorados

Tradução: Eliel Vieira

Caro Dr. Craig,

Estou curioso sobre como você obteu seus dois PhDs. Como você conseguiu o segundo? Eu estou curioso porque tal realização está entre meus objetivos. Obrigado, Deus lhe abençoe.

Christopher


Resposta do Dr. Craig

Bem, então você é mais ambicioso do que eu era, Christopher! Nós nunca planejamos tal coisa; nós simplesmente fomos levados a isto. Jan e eu descobrimos que o Senhor nunca lança sua luz longe dos nossos passos, mas dá a luz necessária para que consigamos dar o passo seguinte.

Ocasionalmente eu gosto de pegar uma questão mais pessoal para responder como a sua, então permita-me compartilhar um pedaço da história sobre como Deus nos guiou.

No último ano da graduação no Wheaton College eu conheci a área da Apologética através da leitura do livro An Introduction to Christian Apologetics, de E. J. Carnell. O livro de Carnell me deixou elétrico. Ele abordou todas as questões interessantes sobre as quais eu já havia refletido e queria respostas. Eu já admirava Carnell por ele ter obtido doutorados em filosofia e teologia nas universidades de Boston e Harvard, respectivamente. Eu ficava imaginando como deveria ser maravilhoso ter especializações assim em ambas as áreas, mas eu nunca sonhei que isto deveria ser algo que eu devesse almejar.

Eu almejava, no entanto, uma educação teológica lopo após minha graduação. Então em 1973 eu mudei junto com minha jovem esposa para Deerfield, Illinois, para começar os estudos em filosofia da religião sob a tutela de Norman Geisler no Trinity Evangelical Divinity School. Nós passamos dois anos maravilhosos no Trinity, tendo como professores homens como Paul Feinberg, David Wolfe, John Warwick Montgomery, David Wells, John Woodbridge, J. I. Packer, Clark Pinnock e Murray Harris. Eu consegui um grau de mestrado duplo em filosofia da religião e história da igreja e história do pensamento cristão. Posteriormente percebemos que este foi um passo crucial no caminho que Deus havia desenhado para nós.

Próximo à graduação no Trinity, Jan e eu estávamos sentados certa noite na mesa de jantar em nosso pequeno apartamento estudantil falando sobre o que iríamos fazer após a formatura. Nenhum de nós tinha nenhuma ideia sobre o que fazer a seguir.

Então Jan me perguntou, “Bem, se dinheiro não fosse um problema, o que você realmente gostaria de fazer?”

Eu respondi, “Se o dinheiro não fosse o problema, o que eu realmente gostaria de fazer é ir para a Inglaterra e conseguir um doutorado sob a tutela de John Hick.”

“Quem é ele?”, ela me perguntou.

“Bem, ele é um famoso filósofo britânico que tem escrito extensivamente sobre os argumentos para a existência de Deus.”, eu respondi. “Se eu pudesse estudar com ele, eu poderia desenvolver um argumento cosmológico para a existência de Deus.”

Mas esta ideia estava longe de ser realista.

Na noite seguinte após o jantar Jan me passou um pedaço de papel com o endereço de John Hick. “Eu fui à biblioteca hoje e descobri que ele está na Universidade de Birmingham, na Inglaterra. Por que você não manda uma carta para ele perguntando se você não pode desenvolver sua tese de doutorado sobre o argumento cosmológico sob a tutela dele?”

Que mulher! Assim eu fiz e para nosso assombro e deleite o Professor Hick respondeu dizendo que teria prazer em supervisionar meu trabalho de doutorado sobre este assunto. Então já tínhamos uma porta aberta!

O único problema era que a Universidade de Birmingham exigia uma carta de um banco oficial certificando que nós tínhamos todo o dinheiro para bancar todos os anos que eu demorasse para completar meu doutorado. (Eles não queriam estudantes estrangeiros largando o curso de doutorado pela metade por não poderem bancar os custos.)

Bem, nós não tínhamos todo aquele dinheiro! Na verdade, nós éramos tão pobres quanto ratos de igrejas. Nosso apartamento era tão pequeno que ao deitar sobre meu colchão no chão eu conseguia alcançar a geladeira com meus pés. Nós cortávamos pratos de papel ao meio só para economizar! (Isto nos levou a situação constrangedora certa vez quando o Dr. Woodbridge ficou para a sobremesa e Jan, sem nem se dar conta, serviu a torta a ele numa metade de prato de papel! Graças a Deus ele não percebeu e nunca disse nada.)

Mas nós sentíamos que Deus estava nos chamando para a Inglaterra para este doutorado. Não encontramos bolsas de estudos britânicas para estudantes estrangeiros pobres. Nós tínhamos que arrumar o dinheiro por nós mesmos. Então, toda manhã e noite nós orávamos para que de alguma forma o Senhor nos provesse o dinheiro.

Para resumir bastante a história, nós consultamos um empresário não cristão cuja família Jan conhecia, e nós lhe expomos que acreditávamos que Deus estava nos chamando para fazer isto. E este empresário não cristão deu – ele não nos emprestou, ele nos deu – todo o dinheiro que precisávamos para cursar o doutorado sob a tutela de John Hick na Universidade de Birmingham! Esta foi uma das provisões mais espantosas do Senhor que eu já vi na minha vida. Desta forma Jan e eu sentimos que Deus havia milagrosamente nos levado à Inglaterra para este doutorado.

Eu escrevi sobre o argumento cosmológico sobre a direção do Professor Hick e consegui o grau de PhD em filosofia pela Universidade de Birmingham. Três livros vieram a partir da minha dissertação de doutorado, incluindo The Kalam Cosmological Argument (1979). Hoje o argumento kalam se tornou um dos argumentos mais discutidos da teologia natural.

Com o fim dos meus estudos de doutorado se aproximando, nosso futuro novamente se tornara incerto diante de nós. Eu enviei várias cartas pleiteando vagas em universidades americanas mas não recebi nenhuma resposta. Nós não sabíamos o que fazer.

Eu me lembro disto como se fosse ontem. Estávamos sentados na mesa de jantar em nossa pequena casa na periferia de Birmingham e Jan me perguntou, “Bem, se o dinheiro não fosse o problema, o que você realmente gostaria de fazer?”

Eu ri porque eu me lembrei de como o Senhor usou sua pergunta no passado para nos guiar. Eu não tive dificuldades em responder à pergunta dela. “Se o dinheiro não fosse problema, o que eu realmente gostaria de fazer é ir à Alemanha estudar sob a tutela de Wolfhart Pannenberg.”

“Quem é ele?”

“Ele é o famosos teólogo alemão que defende a ressurreição de Jesus historicamente. Se eu pudesse estudar com ele, eu poderia desenvolver uma apologética histórica para a ressurreição de Jesus.”, eu expliquei.

Nossa conversa caminhou para outros assuntos, mas Jan depois me disse que minha explicação acendeu uma chama dentro dela. No dia seguinte, enquanto estava na universidade, ela foi à biblioteca pesquisar por bolsas de estudos para universidades alemãs. A maioria já estavam expiradas ou não eram aplicáveis para nossa situação. Mas haviam duas bolsas que nós tínhamos possibilidade de conseguir. Você pode imaginar o quão surpreso eu fiquei quando ela me falou sobre elas.

Uma era de uma agência do governo chamada Deutsche Akademische Austauschdienst (DAAD), que oferecia bolsas para estudo em universidades alemãs. Infelizmente, o valor que a bolsa era pequeno e não cobriria todas as despesas de um estudante. A outra era uma fundação chamada Alexander von Humboldt Stiftung. Esta fundação era claramente um esforço na Kulturpolitik (cultura política) destinada a reconstruir a imagem da Alemanhã pós-guerra. Ela fornecia generosas bolsas para trazer cientistas estrangeiros e outros estudiosos para fazer pesquisas durante um ano ou dois em laboratórios e universidades alemãs.

Ler o folheto da Humboldt Stiftung fez minha boca encher de água. Eles pagariam 4 meses de um curso de alemão no Goethe Institute para o estudante e sua esposa, antes de começar a pesquisa, eles ajudariam a encontrar uma casa, eles pagariam visitas a outras universidades, caso a pesquisa exigisse, eles pagariam por conferências, eles enviariam dinheiro de tempos em tempos – bem, era inacreditável! Eles ainda permitiam que os resultados de sua pesquisa fossem submetidos a análise como dissertação de doutorado na universidade onde o estudante estava trabalhando.

O folheto da Humboldt Stiftung deixou claro que a vasta maioria dos bolsistas eram cientistas naturais – físicos, biólogos, químicos, etc. Mas o folheto dizia que requerentes em qualquer campo eram bem vindos. Então nós decidimos pleitear a bolsa no campo da teologia e propusemos como tópico de pesquisa uma exame da evidência histórica para a ressurreição de Jesus! E nós decidimos buscar outro grau de doutorado em teologia ao mesmo tempo.

Nós então começamos a orar manhã e noite para que Deus nos desse esta bolsa. Em alguns momentos eu acreditava que Deus faria tal proeza, mas então eu imaginava uma banca com 80 cientistas alemães avaliando requerimentos e eu chegando com esta proposta sobre a evidência histórica da ressurreição de Jesus, e meu coração simplesmente afundava!

Demoraria cerca de nove meses para a Humboldt Stiftung avaliar o requerimento e nosso contrato de aluguel estava terminando, então nós precisávamos nos mudar de nossa casa em Birmingham. Então eu disse a Jan, “Querida, você sacrificou muito durante meus estudos. Vamos fazer algo que você queira fazer. O que você realmente quer fazer?”

Ela disse, “Eu sempre quis aprender francês. Eu tive que sair da turma de francês no colégio porque eu adoeci, e sempre sem senti mal por não ter aprendido francês.”

“OK”, eu disse, “Vamos para a França e nos matricular numa escola francesa de idiomas!”

Então nós começamos a analisar as possibilidades. A mais óbvia era a Alliance Française, que era a escola de línguas oficial na França. Mas a mais opção mais interessante de todas era o Centre Missionnaire in Albertville, uma escola cristã de línguas localizada nos Alpes franceses para treinamento de missionários para países de língua francesa. Eles enfatizam o ensino da língua francesa com a menor acentuação estrangeira possível, bem como ensinam a ler e escrever a língua, juntamente com todo vocabulário bíblico e teológico que somente uma escola cristã pode fornecer.

Então nós escrevemos para o Centre Missionnaire, perguntando se nós poderíamos estudar lá. Para nosso desânimo, eles responderam informando que os requerentes devem ser missionários oficiais, com uma agência missionária por trás e, além disto, o curso custaria alguns mil dólares. Bem, nós não tínhamos todo aquele dinheiro. Nós havíamos gasto quase todo o dinheiro que o empresário havia nos dado para nosso estudo de doutorado em Birmingham.

Então eu escrevi de volta para o Centre Missionnaire explicando nossa situação financeira. Eu também expliquei que embora nós não fôssemos missionários oficiais, nós queríamos servir ao Senhor, e eu anexei uma carta de recomendação de um dos presbíteros da igreja em que frequentávamos em Birmingham. Então eu basicamente me esqueci disto.

O tempo passou e nenhuma das minhas tentativas de encontrar um emprego haviam se materializado. Já havíamos despachado todas nossos pertences para a casa dos meus pais em Illinois. Dentro de uma semana nós teríamos de sair da casa em Birmingham, e nós não tínhamos para onde ir.

Me lembro de ir até a caixa de correio para pegar as cartas e vi uma carta do Centre Missionnaire. Eu a abri e comecei a ler. E então – meus olhos se abriam na medida em que lia as palavras: “Não importa a nós se vocês são missionários, conquanto que vocês queiram servir ao Senhor. E quanto ao dinheiro, vocês pagam o que puderem, e nós vamos confiar que Deus nos dará o resto.” Inacreditável!

Novamente nós sentimos que Deus havia nos transportado milagrosamente para outro país por Sua vontade. Posteriormente nós descobrimos que o Centre deixou de receber alguns missionários e nos aceitou no lugar. Fomos para a França com um profundo senso de comissão divina e então mergulhamos nos estudos de francês. Era incrivelmente rigoroso, mas ao fim de oito meses lá eu estava pregando em francês em nossa pequena igreja, e Jan levou nossos vizinhos franceses para Cristo.

Nosso treinamento de francês estava para terminar em Agosto e em Julho não havíamos recebido ainda nenhuma resposta da Humboldt Stiftung. Então certo dia recebemos uma carta da Humboldt Stiftung. O único problema era que ela estava em alemão, e com meu alemão tosco do ensino médio eu não estava certo sobre o que ela dizia.

Então agarramos a carta e corremos o vilarejo até uma pequena livraria onde encontramos um dicionário alemão-francês. Enquanto traduzíamos a carta para o francês nós mal podíamos conter nossa alegria. “Temos o prazer de informá-lo que você conseguiu uma bolsa de estudos da Alexander von Humboldt Foundation para estudar a historicidade da ressurreição de Jesus sob a direção do Professor Dr. Wolfhart Pannenberg, na Universidade de Minich.” Então pelos dois anos seguintes o governo alemão me pagou para estudar sobre a evidência histórica para a ressurreição de Jesus! Absolutamente incrível!

Jan e eu chegamos na Alemanha em um dia frio de Janeiro para começar a estudar, por quatro meses, no Goethe Institute, em Göttingen, uma pequena cidade universitária no leste alemão. Nós escolhemos Göttingen porque um bom alemão é falado pelas pessoas comuns da região, diferentemente de dialetos locais em outros lugares. É impressionante o quanto você consegue aprender em quatro meses quando se está totalmente imerso numa linguagem.

Nós contratamos um estudante universitário chamado Heidi para nos ajudar com nossa pronúncia. Com meus estudos de pós-doutorado em Munich se aproximando, nós estávamos muito motivados a aprender alemão. Após alguns meses nós estávamos determinados a falar apenas alemão um com o outro até as 8 da noite, quando voltaríamos a falar inglês (É engraçado, mas mesmo quanto você conhece o significado das palavras, “Ich liebe dich” não traz o mesmo sentimento de “I love you” para um americano nativo!)

Ao fim dos quatro meses eu havia finalizado a classe avançada com a melhor nota, e Jan, cujo conhecimento de alemão quando começamos não ia além de “eins, zwei, drei”, já conseguia conversar tranquilamente com pessoas nas lojas e na vizinhança. Certa noite durante o jantar no Goethe Institute ela me surpreendeu. Existe um provérbio alemão, “Ohne Fleiss, kein Preis!” (Sem esforço não há recompensa!). Durante a refeição Jan pediu o bolsista turco próximo a ela (em alemão) que lhe passasse a carne. Mas ele mostrou a ela a tigela vazia e ofereceu em troca a de arroz, ao que ela respondeu, “Danke, nein! Ohne Fleisch, kein Reis!” (Não, obrigado! Sem carne não há arroz!) Ela já estava fazendo trocadilhos em alemão!

Eu tenho que admitir que pareceu ser perda de tempo passado nove meses estudando francês antes de ir para os estudos de pós-doutorado na Alemanha. Mas a providência de Deus é impressionante. No primeiro dia que fui ao departamento de teologia na Universidade de Munich para consultar o Dr. Pannenberg ele me levou à biblioteca, tirou três livros da prateleira e me disse, “Por que não começa com estes aqui?” Para minha surpresa, dois deles eram em francês! Eu pensei comigo, “Louvado seja o Senhor!” Eu jamais poderia dizer a Pannenberg que eu não lia francês. Seria o mesmo que dizer que não estava qualificado para a pesquisa! Deus sabia o que estava fazendo.

Conseguir o doutorado em teologia sob a tutela de Pannenberg foi a coisa mais difícil que já fiz na minha vida. Eu tive até mesmo que passar em um exame de qualificação em latim, que me obrigou a tomar o meu latim em alemão. Mas no fim do meu tempo em Munich eu havia aprendido tanto sobre a ressurreição de Jesus que eu estava a mundos de distância do que sabia quando comecei lá. Como cristão, obviamente eu acreditava na ressurreição de Jesus, e era familiar com a apologética popular para este evento; mas eu fiquei surpreso em descobrir como resultado de minha pesquisa como uma defesa histórica sólida para a ressurreição pode ser feita. Novamente, três livros surgiram como resultado desta pesquisa, um deles serviu como dissertação para meu segundo doutorado, desta vez em teologia, pela Universidade de Munich.

Desde então eu tive oportunidade de debater com alguns dos estudiosos céticos mais importantes do mundo em relação ao Novo Testamento, como John Dominic Crossan, Marcus Borg, Gerd Lüdemann e Bart Ehrman, bem como com popularizadores que vendem bem, como John Shelby Spong, sobre a historicidade da ressurreição de Jesus. Com toda objetividade, tenho que dizer que estou chocado em o quão impotentes estes eminentes estudiosos ficam quando eles precisam refutar a evidência para a ressurreição de Jesus.

Muito frequentemente, e eu falo sério, muito frequentemente, ficou claro que são considerações filosóficas, não históricas, que estão na raiz do seu ceticismo. Mas, é claro, estes homens não são treinados em filosofia e então cometem erros amadores, que um filósofo treinado consegue facilmente identificar. Eu sou muito grato que o Senhor e Sua providência tenham me levado primeiro a um doutorado em filosofia antes do estudo sobre a ressurreição de Jesus, porque realmente é filosofia, e não história, que está na base do ceticismo dos críticos radicais.

Assim nós estamos muito gratos pela maneira como o Senhor maravilhosamente nos guiou, na medida em que caminhamos na fé, e nos equipou de forma que nós jamais poderíamos imaginar.

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  1. Paulo Júnio de Oliveira
    janeiro 13, 2011 às 3:59 pm

    Olá,

    gostaria de tirar uma dúvida.

    Em qual universidade W.L. Craig dá aula?

    Desde já grato.

    • Eliel Vieira
      janeiro 13, 2011 às 11:19 pm

      No Talbot School of Theology, da Biola University.

  2. janeiro 13, 2011 às 11:14 pm

    Excelente testemunho!

  3. Wesiley
    janeiro 14, 2011 às 5:27 am

    Impactante,emocionante, estimulador esse testemunho!!! Preciso de uma Jan…

  4. Reginaldo Júnior
    janeiro 14, 2011 às 8:16 pm

    Muito bom o testemunho!

  5. janeiro 15, 2011 às 2:48 am

    Inspirador !

  6. janeiro 18, 2011 às 5:21 pm

    Que testemunho maravilhoso! Craig é um dosm meus teólogos/apologétas favoritos.
    Tenho sido muito edificado ouvindo seus debates e lendo seus livros.

    Pb. Edinei, Th.B

  7. Alex Sandro
    agosto 6, 2011 às 12:37 pm

    Sinto-me honrado, por Deus ter criado alguém como Dr. Craig com tal competência e esmero para defender e discertar sobre as verdades dEle…

  1. janeiro 16, 2011 às 2:20 pm

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